domingo, 23 de outubro de 2011

Viver em Rede no Século XXI: os limites entre o público e o privado.

Em uma época marca pela queda de regimes teocráticos, onde negros e mulheres ocupam cargos máximo em suas respectivas nações, e fibras ópticas, satélites e mídias globalizadas integram-se em necessidade e importância ao corpo humano, equiparando-se a órgãos como cérebro e coração, torna-se imprescindível uma análise rígida, cuidadosa e flexível sobre a coordenação do modo de vida em rede, definindo e moldando os limites do individual em detrimento do coletivo.
Assim, reconhecendo e respeitando o poder de mudança de uma sociedade globalizada pode proporcionar, os regentes dos direitos mundiais devem abandonar certos paradigmas sociais e políticos, conservadores e arcaicos e expandir seus alcances, atingindo todas as condições sociais, étnicas e religiosas possíveis, respeitando as legislações e constituições, ouvindo e atendendo seus mercados consumidores sem mecanizar e robotizar as relações humanas, agregando e formando novas ideologias.
É necessário ainda, a conscientização e mobilização da própria sociedade, em exercer sua cidadania, tendo absoluta convicção de seus deveres, e através disso, tomar como exemplos o poder e o uso correto das redes sociais no Oriente Médio, do poder de mobilização por intermédio da internet dos movimentos grevistas no Nordeste do Brasil e em protestos pacíficos em Brasília, para que prove-se, cada vez mais, merecedora dos direitos que possui.